Seja bem-vindo. Hoje é
Mostrando postagens com marcador RECADINHOS DA WILZA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador RECADINHOS DA WILZA. Mostrar todas as postagens

domingo, 30 de dezembro de 2012

E chegou 2013! Seja muito bem-vindo Ano Novo!






                                https://www.youtube.com/watch?v=DWAFTkaHlz0

E CHEGOU 2013!!!



Seja muito bem-vindo Ano Novo!

Sofremos um pouco neste ano que está terminando. Sofremos ansiedades, algumas doenças, preocupações cabidas e descabidas.

Além das lutas do dia a dia, tínhamos um Calendário Maia aterrorizando os menos precavidos, já que marcava para o solstício de final de ano, um desastre de graves proporções, dizimando a vida neste lindo planeta.

Mudaram-se as estações, tanto na música famosa quanto no nosso ano e nada mudou. Nada ocorreu a não ser nossas próprias inquietudes. Nada de diferente pôde ser percebido a não ser nossas dificuldades comuns do dia a dia. Nós trabalhamos e trabalhamos muito. Foi um duro danado o nosso cotidiano. Nada de moleza.

Passamos por dificuldades e por dores físicas e morais. Tivemos inúmeras preocupações em todos os dias da semana e, principalmente, ao final de cada mês. E, ufa!!! Como um mês passa rápido!

Esse ano de 2012, definitivamente, não foi em nada diferente dos demais anteriores nestes aspectos que insistimos tão veêmente em ver, tão claramente em exaltar: nossa luta diária.

Há também o outro lado. Aquele não comentamos pelo vício que temos de reclamar: o lado bom, lindo e maravilhoso de cada ano que passa. Como não agradecer a Deus por estarmos todos vivos neste planeta tão exuberante! Estamos contando nossa história, marcando nossa existência! Estamos aqui, celebrando juntos a chegada de 2013! Pura generosidade divina que nos permite estar presenciando esse momento de transição. Privilégio para poucos!

Esse Ano Novo promete!

Promete paz, harmonia, vibrações positivas, alegria de viver, saúde física e espiritual, otimismo, prosperidade e muito amor a todos os habitantes desta Casa. “Os mansos herdarão a Terra”. São palavras do Mestre Jesus no maior tratado de ética e moral ofertado ao homem: O Sermão da Montanha.

Se aqui nos encontramos é absolutamente por estarmos aptos a permanecer aqui.

Estamos definitivamente dentro do Mundo de Regeneração. Muito Darwinista isso. Seleção natural. Não somente pelo físico mais rejuvenescido como podemos perceber a cada geração que passa devido às condições que envolvem os sobreviventes deste planeta, mas pelo espírito cada vez mais a caminho da luz, buscando a sublimidade moral e ética para poder ser digno de continuar habitando este doce mundo.

Não assistimos a nenhuma fatalidade maior que a do ser humano, criado á imagem e semalhança de Deus, destruir seu irmão de caminhada. Isso pesa infinitamente mais na nossa evolução que qualquer cataclisma. As guerras fratricidas e sem razão maior, apenas impulsionadas pelo orgulho e pela ambição desmedidas de uma pessoa em detrimento de tantas outras, foi, sem qualquer sombra de dúvida nossa maior tragédia presenciada.

Cercados por tantas dores não há como negar a existência de um local de choro e ranger de dentes. Esse local existe sim, e está nas consciências endurecidas e persistentes no mal dos que não perdoam e dos que cometem ou promovem a crueldade entre as pessoas. Todos que assim procedem, se tornarão mais cedo ou mais tarde, escravos de si mesmos. Chamamos a isso de remorso porque costumamos dramatizar muito as coisas ao nosso redor, mas é apenas tempo perdido. O tempo não volta porque a Lei é do progredir infinito. Simples assim!

Sabemos que um dos maiores sofrimentos para o Espírito imortal quando desperta para a realidade maior é saber que perdeu o tempo precioso de uma encarnação em ações improdutivas, cruéis ou levianas. Sofre ao saber que além de não melhorar suas aquisições morais, incontáveis vezes prejudicou também a evolução de tantos outros que se encontravam sob sua proteção no compromisso diário da evolução coletiva propiciando queda moral a si mesmo e a esses que caminhavam a seu lado.

Junto com a perda do tempo precioso, também perdemos o amor e o respeito das pessoas que passam pelas nossas vidas porque ainda não percebemos o quanto os títulos terrenos nos separam uns dos outros. Perdemos também a oportunidade que Deus nos oferece de nos tornarmos melhores quando nos reune às pessoas que temos afinidades e àquelas que ainda temos sérios compromissos a resgatar. Só há perdas quando deixamos de nos envolver com o bem.

Passamos este ano por outro assunto delicado e que movimentou o mundo todo em torno dele: o fim do mundo!

Não houve fim do mundo. Como comentado em todas as redes sociais, esse evento como tantos outros pré-agendados no passado referentes ao mesmo tema, foi cancelado!

E nem seria diferente porque é bíblico que “o dia e a hora só Deus sabe”! Como queremos saber? Só o Pai Maior sabe. Ele iniciou nossas vidas e cabe somente a Ele quando encerrá-las. Assim, qualquer evento com data marcada que venha a ser anunciado futuramente, já está por si só cancelado. Segundo a ciência, é possível que daqui há uns 25 milhões de anos o sol vá se apagando lentamente até que a vida na Terra não seja mais possível do ponto de vista material. Mas até lá, certamente estaremos mais evoluídos e, quem sabe, nem necessitaremos mais dessa roupagem carnal para dar proteção física ao nosso espírito... Também isso, só Deus sabe!

O que é certo é que estamos dentro desta tão esperada Era Nova. Tempo aclamado em verso e prosa.

Que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir. Que vejamos os inúmeros espíritos de escol que têm reencarnado na nossa querida Terra. Eles trazem a sabedoria e o otimismo. Trazem a paz e a tranquilidade aos ambientes onde se fazem presentes. Não há como não percebê-los. Serão sempre reconhecidos pelo perfume de caridade que espalham ao seu redor. Estão acostumados a ser assim. Praticar a lei de amor, justiça e caridade é o dia a dia deles. E eles estão aqui para nos ensinar. Vêm de outros mundos onde não há mais dores, misérias e sofrimentos nem físicos e nem morais. Aqui estão para implantar definitivamente um mundo com mais amor e justiça social. Vamos aprender com eles o que é o verdadeiro sentido da palavra compaixão por cada ser vivente configurado dentro de sua escala evolutiva.

Creio que o mundo cruel, de dores e de sofrimentos, esse sim, acabou! Nesse fim de mundo eu acredito porque estou presenciando esse final! É a época do salve-se quem puder. Salvar-se significa reformar-se intimamente, mudar de vida mesmo! Agarrar-se com unhas e dentes às oportunidades de se tornar um ser humano melhor. É uma seleção natural muito rigorosa. A cada um segundo suas obras. Só volta pra cá quem tiver merecimento espiritual para isso. Só se for manso e humilde de coração, conforme nos ensinou Jesus.

Seja muito bem-vindo Admirável Mundo Novo! Agora não mais em ficção ou em literatura ou mesmo em conjecturas, mas presente, real, forte, moderno, tecnológico, espiritualizado, otimista, generoso, seguro e apaziguador.

E quanto prazer tenho eu em conviver com irmãos de caminhada que dividem comigo esse momento de transição e esse espaço lindo que se chama Planeta Terra!

Wilza de Castro Rabelo Suanno

domingo, 20 de novembro de 2011

A importância da Literatura Espírita em nossas vidas

            A importância da Literatura Espírita em nossas vidas

                                       
Desde muito pequena várias pessoas me contavam histórias fascinantes. E eu as vivia intensamente auxiliada por minha fértil imaginação, mas inúmeras vezes, os chamados “ heróis” das historinhas não se encaixavam nas minhas escolhas próprias de heroísmo.
Devo confessar que todas as historinhas em que os lobos-maus e outros clássicos vilões da literatura infantil não morriam no final, mas sim, apenas tomavam uma boa lição e iam embora deixando os heróis viverem felizes para sempre me empolgavam bem mais. Penso que me sentia mais aliviada e menos aflita. Chegava a bater palmas por me encher de felicidade com esse tipo de desfecho.
Chapeuzinho Vermelho era uma grande heroína porque conseguia salvar sua vovozinha das garras do lobo mau. E eu pensava inconfomada: mas como é que se abre a barriga do lobo, tira a vovó ainda viva... para isso o lobo tem que morrer. Vibrava pela recuperação da vovó mas ficava entristecida pela saúde do lobo que via não iria se recuperar mesmo que se passasse um bom tempo.
Dom Ratinho, único candidato a altura das exigências da Dona Baratinha em todos os seus queisitos para fins de matrimônio, esqueceu-se  das alianças na hora do casório e ao voltar para buscá-las em casa, não resistiu ao cheirinho de feijoada. Se por curiosidade ou gula, não sei bem ao certo, só sei que caiu no caldeirão de feijão e morreu afogado. Mais tragédia para eu ficar sem dormir, lógico. Desde quando esse tipo de literatura faz criança se sentir tranqüila e dormir? A gente faz é morrer de medo. Mexer em panela quente pode dar em morte! E ser esquecido ou curioso, então?
Talvez seja desnecessário tecer comentários sobre os sofrimentos da Cinderela. Criada sem mãe, com uma madrasta malvada (e isso me trouxe algumas idéias preconceituosas com relação a todas as madrastas, devo admitir) e irmãs sem nenhum senso de carinho, foi desprezada toda uma vida por todos. Nem mesmo seu pai a defendia. Aliás, sempre me pergunto onde é que estão os parentes mais próximos que nunca socorrem essas pequenas futuras princesinhas? Futuras sim, porque claro, como recompensa para tantos sofrimentos, todas acabam encontrando seu príncipe encantado. Isso, evidentemente, após encontrarem suas fadas-madrinhas que são quem conseguem fazer a grande reviravolta da vida delas. Poderosas médiuns de efeito-físico, transformam abóboras em carruagens suntuosas e ratos, gatos e cachorros em imponentes lacaios. E isso volta a nos trazer muito consolo. Podemos sofrer muito mas no futuro todas nós nos casaremos com um homem maravilhoso, teremos filhos lindos e saudáveis e tudo o que a vida material poderá nos trazer em termos de luxo e de glamour.
Mais mentirinhas que nós ouvimos centenas de vezes. Centenas mesmo! Será que qualquer um de nós saberia contar com precisão quantas vezes leu, escutou ou assistiu ao filme da Cinderela e de suas várias outras amigas de feliz destino como, por exemplo, a Bela Adormecida, a Rapunzel ou a Branca de Neve? E sempre nos contaram que as bruxas que atormentaram essas queridas meninas desapareceram para sempre das vidas delas.
O que fazer com nossos tormentos íntimos que nos perturbam infinitamente mais que uma maçã envenenada? Nossas bruxas andam soltas e nos rondam o tempo todo. 
E essa tal felicidade infinita tem tempo de validade por mais que queiramos que ela seja imperecível. Isso é normal neste atual estágio evolutivo em que nos encontramos.
Acostumei a ler os clássicos da literatura Infantil, e posteriormente da Infanto-Juvenil e assim, adquiri heróis mais sólidos para o meu acervo individual. Heróis de carne e osso. Mas as dores, mesmo nas aventuras eram uma constante.
O Capitão Nemo, das Mil Léguas Submarinas perdeu toda a família dele numa tragédia, e embora eu tenha curtido muito a sensação de andar submersa, o que quase me tornou uma futura oceanóloga (além de astronauta como todas as crianças) pois esse passeio era absolutamente incrível, sofri ao ver que muito maior foi a luta interna deste sensível Capitão contra seus medos e sua sede de vingança.
Embora uma lula gigante, a maior até então já presenciada por um ser humano houvesse atacado seu submarino logo após o cruzamento dele em um túnel de geleiras onde quase ficou entalado, tudo foi superado. Só não conseguiu superar a dor da perda dos entes queridos. E sua vontade de encontrar seus algozes para revidar era o grande móvel que o fazia cruzar mares bravios em terras ignotas, como diria o saudoso Cabral.
Essa era mais uma obra de ficção, segundo seu autor Júlio Verne.
Tenho muitas dúvidas com relação ao aspecto ficcional desta obra. As Lulas gigantes existem e hoje, em estudos de evidência científica, são consideradas como sendo animais extremamente inteligentes. Conclusão: não eram ficção alguma. As geleiras submersas com fendas que lembram grandes túneis existem. Também não fazem parte de ficção. E a maldade do ser humano gerando sede de vingança em determinados corações existem desde que mundo é mundo, tanto nos contos de fada que conheci na infância como nas obras de aventura que me foram apresentadas na adolescência.
A título de informação, a literatura espírita infantil teve como primeira obra em todo o Mundo, o livro O Lobo Mau Reencarnado, escrito por Roque Jacintho, editado pela FEB. Vejo com agrado que a mim teria feito diferença ter lido a historinha do Lobo Mau Reencarnado logo em seguida à conhecida versão original de Chapeuzinho Vermelho. Não teria sofrido de tão graves preocupações pueris. O lobo mau agora no plano espiritual já conseguiu muitas mudanças íntimas. Já não tem mais essa assinatura preconceituosa, estigmatizante e triste, mas que temporariamente lhe agradou pois que lhe trouxe fama! No mundo espiritual ele é apenas um lobo. Simples assim.
Também conosco será igual quando for o momento de voltar a uma das várias moradas da Casa do Pai. No momento de nos despir dessa veste que tivemos que envergar por alguns anos para sobreviver nesse doce planeta, deixaremos aqui nossas importâncias: nome de família, destaque profissional, posição financeira e até mesmo nossas glórias temporárias tão proclamadas pelos quatro cantos do mundo. Voltaremos quase como em um anonimato. Só nosso nome simples será usado para nossa comunicação. Nossa bagagem espiritual será nossa única designação frente aos olhos de Deus. Essa será nossa verdadeira assinatura. 
Entendemos hoje que tivemos uma formação lúdica que tentava nos ensinar a enfrentar o futuro com mais sabedoria.
Todos os conselhos que já recebemos algum dia foi exatamente com o mesmo objetivo: nos proteger dos perigos. E fomos captando por partes. Ainda muito pequenos apenas entedíamos que caso fôssemos descuidados, esquecidos e curiosos, como foi o caso de Dom Ratinho,  poderia nos acontecer qualquer coisa de negativo já que ele caiu no caldeirão de feijão e morreu afogado no dia do casamento.
Acontece que sem curiosidade o mundo não progride. E aí? Como fazer? Caso não hovessem pesquisas sérias nas diversas áreas do conhecimento, não saberíamos que as lulas gigantes e as geleiras submersas existiriam verdadeiramente. Teríamos caído na tentação comodista de não buscar o conhecimento e apenas acreditar que Júlio Verne era apenas um visionário e não o que ele era realmente: um pesquisador de vanguarda mas sem instrumentos científicos apropriados para confirmar suas hipóteses.
Ao entrar na maturidade me foi apresentado a grande obra O Livro dos Espíritos onde pude sanar minhas dúvidas existenciais. Compreendi tanto a Chapeuzinho Vermelho quanto a vovó dela e o lobo mau. Encontrei as explicações que necessitava.
Estamos evoluindo e cada um se encontra em um determinado estágio deste processo. É tudo uma questão de termos novas chances para mostrar o que aprendemos. E isso é tão simples, tão perfeitamente natural: através da Lei da Reencarnação.
Entendi estudando essa admirável obra, que embora tudo tenha dado errado com a curiosidade excessiva do Dom ratinho, e tenha lhe custado a vida física, essa curiosidade é necessária dentro das medidas certas para que o processo de evolução ocorra.
Alguns de nós vão nascer preparados para ir mais além e saber experimentar. Esses curiosos serão conhecidos como cientistas e farão grandes descobertas para nossa sobrevivência e para a evolução planetária. Alguns irão se arriscar diferentemente de outros. Uns terão mais cautela e apenas por esse diferencial sobreviverão no lugar de perecerem em qualquer empreedimento mais arriscado. Uns irão conquistar o espaço sideral e outros não terão coragem e conhecimento técnicos para tal feito. A isso chamamos Lei do Progresso.
Não tenhamos dúvida alguma que nosso corpo físico, lindo e perfeito, perecerá como perecerá também um dia o ecossistema do Planeta Terra porque somos interdependentes e dependemos essencialmente da fonte de energia vinda do sol que daqui há vários milhões de anos também se findará. Certamente outra energia nos moverá para diferentes planetas com variadas fontes renováveis de energia que ainda desconhecemos. A isso chamamos Lei de Destruição, absolutamente tão necessária e bela quanto todas as demais. Reciclar para evoluir, em todos os sentidos.
Uma exceção mais próxima do real é escondida nas historinhas de Cinderela, Bela Adormecida, Branca de Neve e Rapunzel que representaram em nossas vidas a superação do mal através do sofrimento tendo como recompensa um futuro impressionantemente poderoso em todos os sentidos de felicidade.
É mentira sim que todos nós teremos nesse atual estágio de evolução em que nos encontramos esse tão almejado final feliz que elas tiveram, já que nos encontramos em um mundo de transição. Estamos deixando de ser local de pagamento de dores e expiações atrozes para experimentar os rudimentos de felicidade nos sentido mais amplo que essa palavra encerra.
É bastante provável que ainda tenhamos que passar por sofrimentos sim e teremos muitas vezes que nos resignar a essas duras provas oferecidas pela vida para nossos aprendizados, mas não temos que passar por elas como pessoas que aceitam ser pisadas e maltratadas por outrem sem reclamar. Não, definitivamente os ensinamentos não têm a obrigatoriedade de se revestirem de crueldade de um ser sobre o outro. A isso chamamos classicamente de processo obsessivo em sua várias expressões.
Reclamar nós podemos. É nosso direito. Ato inquestionável. Mas nos exceder em lamúrias e em lamentações não. Aí não podemos. Nossas glórias e nossos inforunios são heranças de os mesmos. Colhemos no hoje o que plantamos no passado.
Sem revolta no coração, temos que aceitar o que não podemos mudar e nos resignar a essas soluções que temporariamente não coincidem com aquelas dos nossos planejamentos.
Essas são orientações de Jesus para cada um de nós. E nunca há de nos faltar nossas fadas-madrinhas porque nossos Espíritos guardiões estão aqui nos oferecendo conselhos e ajudas em todos os sentidos.
Mas, não vamos nos desanimar não! Nunca!
Esse  famoso e tão esperado final feliz está lá na frente! Em um futuro ainda um tanto distante, mas aonde, de acordo com os ensinamentos desse grande tratado de religião, filosofia e ciência ao qual chamamos de O Livro dos Espíritos, um dia chegaremos. E atingiremos a perfeição através de nosso aprimoramento científico, ético e moral pela roda das reencarnações.
Jesus usava as parábolas para contar historinhas para gente adulta. Sem as palavras aparentemente pueris das parábolas os homens grandes em tamanho mas na infância espiritual não entenderiam seus sublimes ensinamentos.
Isso reforça em nós a permanência das histórias infantis e infanto-juvenis na formação do caráter moral e da formação cristã na vida de nossas crianças e jovens. Como sugestão, acho que poderíamos acrescentar em todas elas a continuidade da vida dos heróis e dos vilões. “A cada um segundo suas obras”. Seria muito mais proveitoso e enriquecedor.
Segundo os Espíritos de Escol que escreveram essa admirável obra nos informou, só existem tribulações em nossas vidas devido à dureza de nossos espíritos. Mas eles também nos garantiram que finalmente, após tantos revezes, ainda seremos Espíritos Puros e felizes. Muito felizes. E agora sim, será para sempre...
Tudo é explicado nesta grande obra. É o benefício da Literatura Espírita em nossas vidas.
Vamos estudar e divulgar Kardec!
                                                                      
Wilza de Castro Rabelo Suanno