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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Músicas sublimes

ESTUDAR A DOUTRINA ESPÍRITA                         OUVINDO MÚSICAS SUBLIMES

SUGESTÃO DO GRUPO ESPÍRITA "O CONSOLADOR"

Bach
 Ave Maria
 Jesus Joy of Mans Desiring
 Brandenburg Concert No. 3
 Goldberg Variations complete 
 Tocata e Fuga em Ré menor, BWV 565
Beethoven
 Moonlight Sonata
 Sonata No.23 "Appassionata"
 Sonata No. 15 "Pastoral"
 Sonata No.18 "A Caçada" 
 Sonata No.8 "Patética"
Brahms
 Hungarian Dance
 Rhapsody in G major
 Sonata in F minor
 Intermezzo_(Opus 118) 
 Souvenir de la Russie
Chopin
 Nocturne Op.9 No.2 in Eb
 Balada No.4 em Fá menor, Op.52
 Fantasia-improviso em Dó sustenido menos, Op.66
 Grande Valsa Brilhante
 24 Prelúdios, Op.28 (completos)
Liszt
 Rêve d'amour
 La Campanella
 Bénédiction de dieu dans la solitude
 Rhapsodie hongroise No.2 (en ut dièse mineur)
 Sonate en si mineur
Mozart
 Serenata No.13 em Sol maior para cordas
 Sinfonia No.40 em Sol menor
 Concerto No.21 em Dó Maior
 Sonata em Dó Maior, K 330
 Sonata em Lá Maior, K 331
Schubert
 Ave Maria
 Serenata
 5. Symphony in a four-hand piano arrangement
 Piano Sonata, 1. movement 
 Piano Sonata, 4. movement
Schumann
 Abegg Variations (Opus 1)
 Kreisleriana (Opus 16) Sehr innig und nicht zu rasch 
 Kreisleriana (Opus 16) Sehr aufgeregt 
 Kreisleriana (Opus 16) Sehr langsam 
 Kreisleriana (Opus 16) Sehr lebhaft
Strauss
 Blue Danube Waltz
 Wiener Blut Waltz
 Tales From Vienna Woods
 Artists Life Waltz
 Der Rosenkavalier Waltzes
Tchaikovsky
 Valse des fleurs
 Le Lac des Cygnes No.9
 1.º movimento (Concerto para piano n.º 1) 
 Greensleves
 Valsa da bela adormecida
Vivaldi
 As Quatro Estações
 Primavera - No.1 Allegro  No.2 Largo No.3 Allegro
 Verão - No.1 Allegro non molto No.2 Adagio-Presto No.3 Allegro
 Outono - No.1 Allegro  No.2  Adagio molto  No.3 Allegro
 Inverno - No.1 
Allegro non molto  No.2 Largo No.3 Allegro
Villa-Lobos
 Bachianas Brasileiras
 Zangou-se o cravo com a rosa
 Cai, cai, Balão
 Impressões Seresteiras
 O trenzinho do caipira
Ave Maria - Diversos Interpretes

Literatura Espírita de apoio para pesquisas e estudos

              LITERATURA ESPÍRITA DE APOIO
ALLAN KARDEC
ANDRÉ LUIZ
MANOEL PHILOMENO DE MIRANDA
CLÁSSICOS DO ESPIRITISMO
A Alma é Imortal  Gabriel Delanne
Reencarnação  Gabriel Delanne
A Evolução Anímica (Parte I)  Gabriel Delanne
A Evolução Anímica (Parte II)  Gabriel Delanne
O Fenômeno Espírita  Gabriel Delanne
Cristianismo e Espiritismo  Léon Denis
O Grande Enigma  Léon Denis
Porque creio na imortalidade da alma  Léon Denis
Depois da morte  Léon Denis
Socialismo e Espiritismo  Léon Denis
O Porquê da Vida  Léon Denis
A crise da morte  Ernesto Bozzano
Fenômenos de Transporte  Ernesto Bozzano
OBRAS DIVERSAS
A Caminho da Luz  Chico Xavier (Emmanuel)
Vida e Sexo  Chico Xavier (Emmanuel)
Boa Nova  Chico Xavier (Humberto de Campos) 
Chico Xavier Pede Licença  Chico Xavier, J. Herculano Pires 
Os Mortos nos Falam  Padre Francois Brune
Memórias do Padre Germano  Amália Domingo Sóler
Pedagogia Espírita  J. Herculano Pires
ROMANCES
Há 2000 Anos  Chico Xavier (Emmanuel)
Cinquenta Anos Depois  Chico Xavier (Emmanuel)
Aves sem Ninho  Pelo espírito de Jésus Gonçalves 
O Cavaleiro de Numiers  Yvone A. Pereira  
Párias em Redenção
Nas Telas do Infinito
TEMAS DIVERSOS

Conto: O Chimpanzé e a avezinha

O chimpanzé e a avezinha

Um pequeno chimpanzé pulava de galho em galho satisfeito da vida. De quando em vez parava, ao encontrar algo que pudesse comer.
Assim, ele afastou-se muito da sua família, encantado com tudo o que via.
De repente, desabou uma grande tempestade que o fez abrigar-se em uma abertura no alto de um rochedo às margens de grande rio. Esperando a chuva parar, ele ali ficou abrigado.
Em determinado momento, o macaquinho percebeu que a chuva tinha parado de cair, mas que o grande rio crescia cada vez mais, ficando mais violento e rápido.
Observando o rio, o macaquinho viu uma avezinha que caíra em suas águas e que se debatia desesperada, sem conseguir se libertar daquela prisão.
Cheio de piedade, o pequeno chimpanzé desceu do rochedo, rápido, e foi seguindo na direção do rio, preocupado com a avezinha.
Em certo local, ele viu que, mais adiante, havia uma árvore com um galho que se inclinava para o rio e pulou de galho em galho mais rápido, adiantando-se. Assim, quando a pequena ave, arrastada pelas águas, se aproximou de onde ele estava, estendeu as patas dianteiras e prendeu o rabo no galho; depois, inclinando-se perigosamente para a água, conseguiu segurar a avezinha exausta.
Levou-a para um lugar seguro e acomodou-a sobre a grama. A pequena ave ficou ali descansando da imensa luta que travara com o rio; tinha o coraçãozinho acelerado e tremia de frio. O macaquinho cobriu-a de folhas secas para aquecê-la, cheio de carinho.
Depois, ele acomodou-se ao seu lado, tomando conta dela, esperando que ela acordasse.
 
Horas depois, o macaquinho viu que a avezinha começou a se mexer. Com alegria, ficou observando-a, até que ela abriu os olhinhos.
— Olá! — disse ele.
A avezinha pulou assustada ao ver o macaquinho ali tão perto, e se encolheu de
medo. 
Ele, porém, tranquilizou-a:
— Não se preocupe, eu sou um amigo. Fui eu que tirei você do meio das águas e a trouxe para cá!
Nesse instante a avezinha lembrou-se:
— Ah!... É verdade! Eu caí nas águas do rio! — exclamou ela, lembrando-se do que acontecera.
Depois explicou ao seu amigo:
— Saí para passear e me afastei da minha família. De repente, começou a cair uma chuva muito pesada que me empurrava sempre para baixo. Assim, acabei caindo nas águas e, por mais que tentasse, não conseguia sair!
O macaquinho, contente, explicou:
— Pois é! Mas eu a vi no meio do rio e percebi que você estava em dificuldades. Assim, procurei uma maneira de ajudá-la.
— Obrigada, meu amigo! Se não fosse você, eu teria morrido.
— Não precisa me agradecer. Minha mãe me ensinou que temos que nos ajudar uns aos outros. E foi isso o que eu fiz. Se eu estivesse no seu lugar, também gostaria que alguém me ajudasse — respondeu o macaquinho.
— Você é muito bom. Mas, e agora? Como vou encontrar minha família? — ela perguntou.
— Bem. Agora temos que subir o grande rio. Eu também preciso encontrar minha família — disse o macaquinho.
Assim, eles foram refazendo o caminho de volta e conversando. A avezinha pelo ar e o macaquinho pelos galhos das árvores.
 
Após algum tempo, a avezinha viu no céu um bando de aves que se aproximava. E, reconhecendo sua família, voou para junto dela, contente.
A mamãe passarinha, ao ver a filha junto do   macaquinho,   estranhou,   mas  ela
explicou: 
— Mamãe, eu caí no rio e ele me salvou. É meu amigo!
A mãe agradeceu ao macaquinho e contou:
— Olhe, meu filho, vindo para cá, vimos um bando de macacos. Deve ser sua família, não é?
— Sim! Obrigado pela informação. Que o Senhor as ajude na viagem de retorno.
— Obrigada, meu filho. De hoje em diante, somos seus amigos. Jamais esquecerei o que fez por minha filha. Que o Senhor o acompanhe também.
 
Assim, logo o macaquinho encontrou seu bando e abraçou a mãe, muito contente.
Contou-lhe o que tinha acontecido e ela disse ao filho, feliz por revê-lo bem:
— Graças a Deus, filho. Estava preocupada com você, imaginando que pudesse ter caído nas garras de algum animal perigoso. Você sabe
como a floresta é perigosa! 
Olhando para o alto, ela viu um bando de aves que passavam gorjeando.
A mãe macaca acenou com a mão, certa de que era a família da avezinha que o filho salvara.
— Viu, mamãe? Todos somos filhos de Deus e podemos ser amigos uns dos outros, formando uma única e grande família.    

                                                        MEIMEI
 
(Recebida por Célia X. de Camargo, em 22/7/2013.)